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Dismorfia Corporal: quando o cuidado com a aparência vira uma doença?


Tempo de leitura: 7 minutos

 

Dismorfia Corporal

 

Há cada 100 mulheres, apenas 4 se acham bonitas. Esse é um dado que reflete o peso da aparência na nossa atual sociedade e faz surgir as “doenças dos tempos modernos”, como a Dismorfia Corporal.

Para você ter uma ideia, apesar de apenas 4 se acharem bonitas, 80% delas conseguem enxergar a beleza em outras mulheres. Até parece contraditório, mas se pararmos para pensar, essa é uma realidade.

Apesar de não estarmos felizes com nossa aparência, é fácil apontar pessoas bonitas, com corpos perfeitos, cabelos incríveis, pele de bebê…

Os dados mencionados acima fazem parte da pesquisa “A Verdade sobre a Beleza”, realizada pela marca Dove. E, apesar de não ter ligação direta com a Dismorfia Corporal, ou Dismorfofobia como também é conhecida, devemos enxergá-los como um alerta.

Não há nada demais em querer turbinar os seios, reduzir flacidez, tirar uma ruga… Ou seja, mudar algo que nos incomoda. As cirurgias plásticas de caráter reparador ou estético podem proporcionar muitos benefícios. E não apenas na nossa aparência, mas também na nossa autoestima.

O problema é quando a insatisfação com o espelho vira uma obsessão. Passamos a maior parte do tempo sofrendo por vergonha do nosso corpo e fazendo loucuras para corrigi-lo.

A jornalista Daiane Garbin, esposa Tiago Leifert, expôs o seu caso e expandiu a discussão sobre o assunto. Continue lendo para entender melhor a doença, conhecer dicas capazes de identificá-la e até a possibilidade de tratamento.

 

O que é Dismorfia Corporal?

 

dismorfofobia

 

A Dismorfia Corporal é um transtorno psicológico caracterizado pela visão distorcida que uma pessoa tem do seu próprio corpo.

Em entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, a Daiane Garbin explica a dismorfia como uma “feiura imaginária”. “A pessoa encana com alguma parte do corpo ou do rosto e, realmente, se acha muito feia. Tem pessoas que relatam que se acham uns monstros quando se olham no espelho”, acrescenta.

O problema costuma estar associado à baixa autoestima e serve como um facilitador de outras doenças, como depressão, bulimia e anorexia.

Estar um pouco acima do peso, ter os braços mais grossos, manchas na pele… Esses são apenas alguns exemplos de fatores que podem causar o Distúrbio de Imagem Corporal. Ao ter a doença, a pessoa acredita que todo mundo percebe e fica olhando para “aquele defeito”.

Em casos mais graves, quem sofre com o transtorno se isola totalmente. Isso porque, no geral, tendem a evitar encontros sociais.

 

Como identificar dismorfia corporal?

 

transtorno dismórfico corporal

 

Não há um perfil específico de pessoa ou exames laboratoriais ou de imagem, que possam identificar esse transtorno de imagem. Além disso, quem sofre com a dismorfia não tem nenhum problema sério de aparência, como deformações ao longo do corpo.

Mas e aí, como diferenciar uma pessoa muito vaidosa de quem tem a doença?

Um bom indicador é quando alguém, mesmo após fazer algumas cirurgias plásticas, continua insatisfeito com seu corpo. Além de, normalmente, ter expectativas irreais quanto ao resultado da próxima intervenção.

 

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No programa Encontro, da Rede Globo, a jornalista Daiana revelou que fez as maiores loucuras para emagrecer. Sem contar o fato de realizar 3 lipoaspirações e mesmo assim continuar se sentido gorda.

Outra forma de identificar a dismorfofobia é notando comportamentos agressivos, depressão, ansiedade a mil, forte angústia, entre outras dificuldades emocionais.

Então, fique atenta! Se você acha que tem obsessão com sua aparência e isso está controlando sua vida, procure orientação médica.

Ter Distorção Imagem Corporal é conviver com uma doença psicológica que provoca um sofrimento silencioso. Consequentemente acaba recebendo pouca atenção. Por isso, a ajuda de familiares e amigos também é muito importante para perceber o transtorno.

O apoio de pessoas próximas pode incentivar a procura de um médico por quem sofre com dismorfia. Assim será possível ter certeza do diagnóstico e iniciar o tratamento.

 

A revelação de Daiane Garbin, esposa Tiago Leifert

 

esposa tiago leifert

 

Há pouco mais de 2 anos, Daiane Garbin, mulher do Tiago Leifert, revelou que foi diagnosticada com transtorno dismórfico corporal.

A ex-repórter da Rede Globo e, atualmente, youtuber, conta que sofre com transtorno de imagem desde muito nova. “Me lembro do dia em que chorei pela primeira vez por ser a mais gordinha do grupo, foi na aula de balé, aos 5 anos”, comentou em entrevista à Boa Forma, da Editora Abril.

A situação piorou na adolescência, a jornalista travava uma guerra diária com seu corpo. Mas achava que tinha apenas uma preocupação excessiva com a aparência.

Na terapia, ao receber o diagnóstico, ela nem sabia o que era dismorfia corporal. A partir daí procurou ajuda especializada e começou o tratamento.

Desde então foram muitas mudanças, deixou o emprego, escreveu um livro e montou o canal EuVejo, no Youtube. Nele, a jornalista busca ajudar mulheres que passam pela mesma situação.

 

Famosos com Transtorno de Imagem

 

disformia

 

A Daiana Garbin não é a única a sofrer com a Distorção Imagem Corporal. Outros famosos já revelaram sofrer com a doença, que na maioria das vezes foi causada pela cobrança excessiva de uma aparência perfeita.

Considerado o rei do Pop, Michael Jackson começou a ter problemas com a aparência aos 21 anos, quando precisou de uma cirurgia após quebrar o nariz. De acordo com a Isto É, o cantor americano passou a sofrer com o distúrbio psiquiátrico de distorção de imagem após esse acidente.

A atriz americana Sarah Michelle Gellar, famosa por sua atuação no seriado Buffy – A Caça Vampiros, também revelou ter Transtorno Dismórfico Corporal. Para você ter uma ideia, segundo a revista Quem, a atriz evitava se olhar no espelho porque via sua imagem distorcida da realidade.

Também obcecada por seu corpo, a galêsa Roxy Drummond quase não saía de casa. “Tudo que podia ver quando olhava no espelho era um rosto torto horrível”, contou em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. Após o diagnóstico de disformia, Roxy conseguiu superar a doença e se tornou modelo de lingerie.

 

Como tratar o Transtorno Dismórfico Corporal?

 

disturbio imagem corporal

 

A pressão social pelo corpo perfeito é um dos principais causadores do transtorno dismórfico corporal. E, essa é uma doença crônica, ou seja, pode durar por anos e até pela vida inteira da paciente.

Mas há tratamento! É importante que ele seja feito por uma equipe multidisciplinar, composta por um psiquiatra e um psicoterapeuta.

Cada caso exige análise, mas no geral, a paciente é tratada com sessões de terapia e medicação antidepressiva.

O ideal é passar com um terapeuta experiente no atendimento de quem tem Distúrbio de Imagem Corporal, também conhecido pela sigla TCD. Profissionais acostumados a tratar pacientes com outros transtornos, como alimentares e TOC também são boas sugestões.

No caso das medicações, você deve usar apenas com prescrição médica, pois algumas podem causar efeitos colaterais.

 

O enfraquecimento da Dismorfia

 

transtorno dismorfico corporal

 

O fato de a nossa aparência ter grande importância social e emocional não ajuda. Mas os padrões de beleza são mutáveis, o que não muda é a influência deles na autoestima feminina.

Há 10 anos qualquer sobrepeso era motivo para cirurgias bariátricas ou redução do estômago. E, não estamos falando de Obesidade, que é uma doença capaz de aumentar o risco para várias enfermidades.

A ditadura da magreza era feroz, mas aos poucos essa página é virada.  Estamos numa fase de transição de conscientização.

Conforme já mencionamos, não há problema nenhum em preocupar-se com sua aparência. Pelo contrário, isso faz bem para você, eleva sua autoestima, confiança…

Precisamos ficar atentos aos excessos, principalmente quando a busca por mudar um aspecto físico vira uma obsessão, surgindo o Distúrbio de Imagem Corporal.

 

Dismorfofobia x Cirurgia Plástica

 

distorção imagem

 

Os procedimentos estéticos surgem como aliados, pois além de ajudar a identificar a Dismorfia Corporal, nos faz constatar uma mudança comportamental.

Realizamos milhares de operações ao longo de mais de 12 anos de atuação. E, por a Dream Plastic ser considerada uma referência em Cirurgia Plástica, esse número só aumenta.

Hoje, a maioria das pacientes que operam com a gente não está buscando aceitação da sociedade, mas sim delas mesmas.

São mulheres empoderadas, que têm coragem e buscam mudar algo que as incomoda. É uma questão de amor-próprio e não mais a busca pelo amor do outro.

Cirurgia Plástica deixou de ser uma questão puramente estética, está muito além disso. Nossas pacientes buscam elevar a autoestima, mudando o que elas querem mudar. A transformação é um pacto de amor com elas mesmas!

Mas lembre-se, quando o assunto é cirurgia plástica, tenha atenção para escolher uma clínica séria e comprometida com a sua vida. Assim, caso seja possível identificar um transtorno de imagem, o cirurgião fará o alerta à paciente.

 

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Informações adicionais
Dismorfia Corporal: descubra quando o cuidado excessivo com a aparência vira uma doença!
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Dismorfia Corporal: descubra quando o cuidado excessivo com a aparência vira uma doença!
Descrição
Dismorfia corporal, a doença da esposa Tiago Leifert, pode ser identificada por quem faz cirurgia plástica. Conheça o que é e como tratar esse transtorno!
Publicado por
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