Entenda a Embolia Pulmonar e como ela pode afetar a sua saúde


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Mulher apreensiva mão peito

Por definição, Embolia Pulmonar é o bloqueio total ou parcial do fluxo sanguíneo nas artérias dos pulmões devido a um êmbolo. Se isso parecer confuso demais, vale recapitular: um trombo é um aglomerado de sangue coagulado fixo no interior de um vaso sanguíneo. Quando ele se solta, o nome dele passa a ser êmbolo. Ambos, dependendo do tamanho, podem prejudicar a circulação sanguínea e até entupir os vasos.

Teoricamente, o sangue passa por todo o sistema circulatório distribuindo oxigênio e outros nutrientes, até chegar ao coração, de onde é bombeado para os pulmões e reabastecido de oxigênio. É como se fosse um “pit stop” para que a nova volta pelo corpo seja mais saudável.

Um êmbolo deveria circular por todo o sistema circulatório. Porém, porque os diâmetros dos vasos variam conforme a parte do corpo em que se localizam, é possível que ele fique preso em um vaso mais estreito. No pulmão, há um significativo afunilamento, o que pode impedir os êmbolos de continuar circulando. A esse caso específico se dá o nome de embolia pulmonar.

Também chamada de Tromboembolismo Pulmonar (TEP), essa condição apresenta níveis de gravidade diferentes, que variam conforme o tamanho do êmbolo. A obstrução total da artéria pulmonar, se não revertida a tempo, pode ser fatal. Felizmente, é possível minimizar as chances de que uma embolia pulmonar ocorra. Algumas das medidas mais comuns são o uso de meias de compressão e as caminhadas leves, sempre considerando a recomendação do médico, é claro. O importante é jamais permanecer no repouso absoluto por tempo prolongado. Medicamentos anticoagulantes são indicados para pacientes de risco, caracterizadas por obesidade, tabagismo e insuficiência cardíaca, entre outros.

Considerando que êmbolos sempre se formam a partir de trombos, vale lembrar alguns dos sintomas da trombose, mais comum nas pernas: dor na panturrilha, coxa e inchaço. Já os sintomas de Embolia Pulmonar são dor torácica, falta de ar e aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração. Para reverter essa condição, o tempo é um fator crucial. Além de medicamentos que retardam a formação de coágulos, é possível remover os êmbolos cirurgicamente. Contudo, é preciso ter em mente que esses medicamentos podem aumentar sangramentos, enquanto a embolectomia só é recomendada em casos de Embolia Pulmonar maciça.

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