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Silicone pelo SUS: saiba como conseguir, quem pode fazer e se vale a pena

Atualizado em 12/08/2025 17:17

A cirurgia para colocar prótese de silicone nos seios é um dos procedimentos mais desejados pelas mulheres brasileiras. Mas, para muitas, o custo do procedimento na rede particular é uma preocupação. Diante disso, surge a dúvida: é possível colocar silicone pelo SUS?

A resposta é sim, mas apenas em casos específicos, e não por motivos estéticos. Neste texto, você vai entender quem tem direito, como funciona o processo e quais são as limitações do procedimento feito pelo Sistema Único de Saúde.

Silicone pelo SUS: é realmente possível?

O SUS oferece a cirurgia de implante mamário de forma gratuita, mas apenas em situações em que há indicação médica. Isso significa que a paciente precisa atender a critérios específicos de saúde física ou psicológica para ter direito ao procedimento.

Mulher falando com médico sobre colocar silicone pelo sistema único de saúde
É possível em alguns casos

O objetivo do SUS não é oferecer cirurgia plástica por estética, mas sim para casos de reconstrução ou correção de deformidades que afetam a qualidade de vida.

Em quais casos o SUS cobre a cirurgia de mama?

Os exemplos mais comuns de liberação do silicone pelo SUS são:

  • Mulheres que passaram por mastectomia devido ao câncer de mama;
  • Casos de síndrome de Poland (alterações congênitas nas mamas);
  • Pacientes com assimetria ou deformidades mamárias severas;
  • Pessoas com deformações no tórax;

Nesses cenários, o implante de silicone é considerado parte do tratamento ou da reabilitação.

Diferença entre estética e necessidade médica

Desejar seios maiores por insatisfação estética não é critério suficiente para conseguir a cirurgia pelo SUS. O sistema público prioriza casos em que a mama afeta funções do corpo, autoestima de forma severa ou está ligada a uma doença.

Quem pode colocar silicone pelo SUS?

Apenas mulheres que se encaixam nesses critérios médicos específicos têm chance de ser encaminhadas para cirurgia de implante de silicone pelo SUS.

O acesso é limitado, e há uma fila de espera extensa em diversas regiões do país, podendo demorar até mesmo anos.

Critérios médicos e sociais avaliados

Além da condição física que falamos acima, os profissionais do SUS também analisam:

  • O impacto emocional causado pela ausência ou deformação da mama;
  • A disponibilidade de estrutura hospitalar para realizar o procedimento;
  • A situação social da paciente, que pode influenciar a urgência.

Tudo isso é avaliado por uma equipe multidisciplinar ao longo de diversas consultas e exames.

Como conseguir silicone de graça pelo SUS?

O primeiro passo é procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. O processo costuma ser burocrático, e exige paciência, mas é o único caminho oficial para tentar o procedimento gratuito.

Por onde começar: posto de saúde e encaminhamento

Na consulta com o clínico geral do posto, a paciente deve relatar o motivo pelo qual precisa da cirurgia. Se houver critério médico, será feito um encaminhamento para avaliação com especialistas, como mastologistas, cirurgiões plásticos e psicólogos.

É necessário apresentar laudos médicos e exames que sustentem a indicação do procedimento. A documentação deve ser detalhada e incluir fotos, quando necessário.

Como funciona a fila de espera e os exames

Após a triagem e aprovação do caso, a paciente entra em uma fila de espera regional, que pode demorar meses ou anos, dependendo da localidade.

Nesse período, ela pode ser chamada para exames adicionais, avaliação da prótese e, eventualmente, para agendamento da cirurgia.

Vale lembrar que o SUS não oferece escolha de modelo, tamanho ou marca da prótese, nem garante acompanhamento estético no pós-operatório.

Quanto tempo demora e quais são os riscos?

A espera pode variar bastante de uma cidade para outra. Há relatos de pacientes que conseguiram em menos de um ano, enquanto outras aguardam por mais de cinco.

Tempo médio de espera para a cirurgia

Em grandes centros urbanos, o número de pacientes na fila costuma ser alto. Já em cidades menores, a demanda pode ser menor, mas a oferta de cirurgiões habilitados também é mais limitada.

Por isso, não existe um prazo padrão, tudo depende da estrutura do SUS em cada região.

Limitações e cuidados importantes

Além da longa espera, é importante saber que:

  • A paciente não pode escolher o hospital ou cirurgião;
  • O resultado estético pode não ser prioritário;
  • O tipo e tamanho do implante são definidos pela equipe médica;
  • Em muitos casos, o pós-operatório exige que a paciente busque recursos por conta própria, como drenagem ou sutiã cirúrgico.

Informação é o primeiro passo para realizar seu sonho

Colocar silicone pelo SUS é possível, mas envolve critérios rigorosos, análise técnica e um tempo de espera considerável. A cirurgia é gratuita, sim, mas não está disponível para quem busca apenas um resultado estético.

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