Cirurgia Plástica

A cirurgia plástica é uma especialidade médica que foca em realizar alterações na estrutura superficial do corpo, sendo na pele e subcutâneo, a fim de melhorar a estética e realizar reparações na região. Pode ser feita em várias partes do corpo e da face.
Enquanto a cirurgia estética foca somente em melhorar o aspecto visual daquela região, a reparadora foca em corrigir deformidades anatômicas. Por exemplo, na cirurgia de mama é possível colocar silicone somente para aumentar os seios, mas também é possível reconstruir uma mama que foi perdida em um acidente.
A duração da cirurgia varia de 30 minutos a 4 horas, dependendo da complexidade da cirurgia ou se está sendo feita mais de uma cirurgia numa mesma internação.
A maioria das cirurgias plásticas podem ser feitas após o desenvolvimento completo do corpo, que ocorre por volta dos 16 anos, havendo exceções como na otoplastia, que pode ser feita desde os 7 anos, e em casos onde há uma deformidade congênita que prejudica o bem estar e a saúde da paciente.
As cirurgias plásticas podem ser feitas após o término da amamentação e da liberação do médico ginecologista, o que ocorre por volta dos 6 meses após o parto.
O antes e depois da cirurgia plástica varia de acordo com alguns fatores, como a expectativa da paciente, a experiência da equipe médica, o local da operação e a estrutura do pós-operatório. Além disso, há alguns fatores do próprio organismo da paciente.
Fatores como a experiência médica, a estrutura do pós-operatório e os cuidados que a paciente seguiu durante a recuperação interferem, e muito, no resultado final da plástica.
Para ter um bom antes e depois é importante que a paciente siga à risca todas as orientações médicas e garanta que a clínica ofereça a melhor estrutura de pós-operatório o possível.
Os cirurgiões plásticos prescrevem e realizam cirurgias na pele e subcutâneo a fim de melhorar a saúde, estética e a qualidade de vida das pacientes. Dentre as cirurgias mais comuns estão as faciais, como a ritidoplastia, e as corporais, como a abdominoplastia.
O cirurgião plástico deve ter 11 anos de formação sendo: ● 6 anos de faculdade de Medicina; ● 2 anos de residência médica em cirurgia geral; ● 3 anos de residência em cirurgia plástica. Além disso, o cirurgião deve ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Para escolher um bom cirurgião plástico você deve:
  • Verificar se ele é formado nas melhores universidades;
  • Verificar se ele possui CREMESP ativo;
  • Se é membro da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica);
  • Ter vasta experiência e boas recomendações;
  • Realizar a cirurgia em hospitais focados em cirurgia plástica.
O que faz alguém ser o melhor cirurgião plástico é a sua formação nas melhores universidades do país, com uma vasta experiência em cirurgia plástica e ótimas recomendações e elogios espontâneos de suas pacientes.
Os melhores cirurgiões plásticos estão tanto em clínicas quanto em consultórios, a diferença é que, nas clínicas, há uma equipe maior de especialistas, o que não acontece nos consultórios. A vantagem de optar pelos melhores cirurgiões plásticos que estão em clínicas é que, caso aconteça algo durante sua recuperação e o cirurgião não esteja disponível no momento, você terá uma equipe inteira de ótimos profissionais para te atender, diferentemente dos consultórios que costumam ter 1 ou 2 médicos.
Para escolher uma boa clínica de cirurgia plástica, a paciente deve se atentar a alguns pontos, como:
  • Verificar se a clínica é regulamentada e tem um Diretor Clínico;
  • Conferir se as cirurgias são realizadas em hospitais;
  • Se a equipe médica é experiente e possui boas formações;
  • A estrutura de pré e pós-operatório é completa;
  • Se há resultados comprovados.
Escolher uma boa clínica de cirurgia plástica promove maior segurança e qualidade para a cirurgia, já que estas estão regulamentadas, possuem excelentes cirurgiões, operam em hospitais e possuem uma estrutura de pós-operatório avançada.
Enquanto as boas clínicas garantem o básico, as melhores clínicas de cirurgia plástica vão além, oferecendo pontos como a Avaliação Pré-Anestésica, central de ouvidoria e de urgência e emergência, além de uma equipe de enfermagem e anestesistas próprios, o que garante a qualidade e a segurança da operação.
A Dream Plastic é uma clínica especializada em cirurgia plástica estética localizada em São Paulo com mais de 15 anos de experiência. Sua missão é transformar a vida das mulheres por meio da beleza, e, até o momento, foram mais de 42 mil sonhos realizados, se tornando a clínica mais recomendada pelas mulheres.
A Dream Plastic é um conjunto de consultórios particulares que conta com um vasto número de médicos experientes e especialistas, a fim de diminuir as limitações que consultórios individuais apresentam, como o preço mais alto e estrutura de recuperação mais completa.
A Dream Plastic conta com o maior número de recomendações em plataformas como o Google Review e o ElogieAki, além de possuir um grupo com mais de 100 mil mulheres que estão diariamente trocando experiências sobre suas cirurgias. Nenhuma outra clínica possui números tão expressivos.
A Dream Plastic é a única clínica de cirurgia plástica que conta com um departamento exclusivo de ouvidoria, ou seja, todas as questões que nossas clientes apresentam são devidamente respondidas e solucionadas, tudo de acordo com as normas éticas da medicina.   Após a reclamação ser feita, nossa equipe tem até 7 dias úteis para entrar em contato e resolver.
A Dream Plastic não responde as reclamações no Reclame Aqui por um motivo: é proibido pelo Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina comentar casos clínicos de forma pública, já que fere o sigilo entre médico e paciente.
O anestesista tem papel fundamental durante a cirurgia, ele é quem mantém os sinais vitais da paciente e garante a segurança e o conforto durante a cirurgia.
A Avaliação Pré-Anestésica é uma consulta feita alguns dias antes da cirurgia onde é analisado o quadro clínico da paciente, os remédios que ela toma e as alergias que apresenta. Dessa forma, o anestesista consegue verificar quais medidas de segurança devem existir durante a operação.
As anestesias utilizadas na cirurgia plástica, geralmente, são uma dentre as quatro a seguir:
  • Peridural com sedação;
  • Local;
  • Geral;
  • Raqui.
  A escolha de qual anestesia será usada depende da experiência médica, o quadro clínico da paciente e o tipo de procedimento.
A anestesia mais usada na cirurgia plástica é a peridural com sedação, já que ela costuma ser uma anestesia mais confortável, eficaz e pouco invasiva. Essa anestesia diminui os riscos de trombose, tem uma recuperação mais rápida e menos dolorosa.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica recomenda que as cirurgias ocorram somente em hospitais, já que dentro das clínicas não é possível garantir a segurança da operação, o que significa que uma mínima intercorrência pode ser grave para a paciente.
O hospital geral atende todos os tipos de enfermidades e realiza qualquer cirurgia, inclusive as que correm riscos de serem transmissíveis, já os hospitais focados em cirurgia plástica, além de não correrem esse risco, ainda conta com uma equipe com maior experiência nessas operações, ajudando em casos de intercorrência.
No dia da sua avaliação, é importante perguntar se o hospital em que será realizada a cirurgia tem uma estrutura completa, tenha uma equipe experiente em cirurgia plástica, tenha aprovação dos órgãos regulamentadores, com higiene e materiais de 1° linha e que foque em cirurgias limpas.
No pré-operatório os cuidados se iniciam na escolha da clínica, além disso é preciso:
  • Fazer os exames pré-operatórios;
  • Seguir a dieta indicada;
  • Fazer a depilação antes da cirurgia;
  • Interromper o uso de anticoncepcionais, se necessário;
  • Não tomar sol antes da cirurgia;
  • Parar de fumar por cerca de 30 dias.
Entre outras recomendações que seu médico poderá fazer.
Após a cirurgia, o cirurgião irá fazer algumas recomendações no pós-operatório que devem ser seguidas à risca para garantir um bom resultado. Em alguns casos, pode ser receitado o uso de drenos e anti-inflamatórios, além de sessões de drenagem linfática e cintas modeladoras.   Além disso, é preciso evitar o carregamento de peso, exposição ao sol e atividades físicas de alto impacto.
É importante que a paciente siga as orientações de pré e pós-operatório à risca para evitar que ocorram intermitências como o desenvolvimento de trombose - e embolia pulmonar -, queloides e estrias. Além de infecções que podem se agravar.
A drenagem linfática após a cirurgia plástica reduz a dor do processo inflamatório, a retenção de líquidos, acelera o resultado e potencializa o mesmo, além de desfazer fibroses e irregularidades na pele.
Na drenagem pós-operatória, a fisioterapeuta irá aplicar a pressão na região recém-operada em pontos que seguem o fluxo do sistema linfático de forma leve e não contínua. Sendo necessário aplicar mais pressão em regiões com fibroses.
A drenagem linfática no pós-operatório deve ser feita por uma fisioterapeuta dermatofuncional, já que é preciso que a profissional saiba realizar a drenagem sem exprimir os músculos, somente mobilizando o líquido dos vasos linfáticos e os direcionando até serem expelidos pelo organismo.
Quando feita por não profissionais, a drenagem pode ocasionar em nódulos, assimetrias e irregularidades, podendo, inclusive, comprometer a circulação quando há muita pressão aplicada.
Se a paciente quer somente uma previsão de como ficará a cirurgia os simuladores podem até funcionar, mas é preciso que a paciente entenda que aquilo não passa de uma simulação e que não dá para prever como o resultado ficará, de fato.
Não é recomendado o uso de simuladores de cirurgia, inclusive, estes são considerados promessas falsas, sendo a prática proibidas pela resolução nº 1.621/2001 do Conselho Federal de Medicina
Existem algumas formas de que a cirurgia plástica dê errado, sendo elas: erro médico, intercorrências cirúrgicas, utilizar técnicas cirúrgicas mais complicadas e irregularidades no pós-operatório podem se caracterizar como um procedimento mal sucedido.
Os principais riscos da cirurgia plástica podem ser evitados ainda no planejamento dela, uma vez que eles são atrelados a inexperiência médica, cirurgias fora do ambiente ideal e descumprimentos do pós-operatório.
As cirurgias feitas em clínicas clandestinas são bem mais perigosas que as feitas em hospitais, uma vez que as clínicas não possuem estrutura necessária para uma operação, logo, qualquer intercorrência pode levar horas para ser resolvida, colocando em risco a vida da paciente.
O transtorno dismórfico corporal é uma condição psiquiátrica onde a paciente se enxerga de forma distorcida da realidade. Enxergando deformações onde ninguém mais vê. Em casos avançados, a dismorfia pode causar episódios de depressão e ansiedade.
Os sintomas mais comuns de dismorfia corporal são: ● Preocupações obsessivas com as imperfeições físicas; ● Comportamento obsessivo com a imagem; ● Prejuízo nas áreas sociais, profissionais e amorosas; ● Podendo, ou não, haver transtornos alimentares.
Para fazer o diagnóstico do transtorno dismórfico corporal é necessário fazer acompanhamento psicológico, onde será aplicado o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DTM) e seu tratamento deverá ser iniciado assim que o diagnóstico estiver concluído.
O que causa a trombose venosa profunda tem a ver com a diminuição do fluxo sanguíneo devido a longos períodos sem movimentação muscular, danificações das paredes dos vasos sanguíneos e aumento da densidade do sangue, formando os coágulos que impedem a passagem sanguínea e o bombeamento do mesmo.   Logo, os trombos podem se formar tanto em longas cirurgias, repousos absolutos e em situações cotidianas como em longas viagens.
Os principais sintomas da trombose são:
  • Formigamento na região das pernas que pode subir até a virilha;
  • Aumento das varizes e dor na região das pernas;
  • Aparência vermelha e quente, muitas vezes insuportável;
  • Perna dura e rígida.
Para evitar a trombose venosa profunda é necessário que a paciente tome alguns cuidados no seu dia a dia, como evitar roupas muito apertadas, parar de fumar, controlar o peso e se movimentar frequentemente.
A embolia pulmonar acontece quando uma ou mais artérias pulmonares são obstruídas por coágulos sanguíneos dificultando a respiração, oxigenação sanguínea e a circulação do sangue.
O fator que causa a embolia são os coágulos sanguíneos que se desprenderam da parede das veias e se movimentaram em direção aos pulmões. Geralmente, esses coágulos são formados nas pernas, caracterizando a trombose venosa profunda.
É preciso evitar que os trombos se formem e se desprendam da parede vascular causando a embolia, para isso é importante que a paciente evite roupas muito apertadas, faça o uso de meias compressivas, pratique leves caminhadas, pare de fumar e cuide bem da dieta.
O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento da embolia pulmonar, já que, se tardio, pode ser fatal. O tratamento pode consistir na medicação de anticoagulantes para diminuir e evitar a formação de mais coágulos e, nos casos avançados, a cirurgia para a remoção dos êmbolos.
O aparelho de compressão pneumática é usado como uma forma de prevenir a formação de trombos nas pernas durante a cirurgia, fazendo uma leve massagem que promove a circulação sanguínea e o bombeamento do sangue de volta ao coração.
O Sequel é um aparelho de compressão pneumática que promove massagens na região das pernas durante a operação cirúrgica, dessa forma, há a movimentação sanguínea e o bombeamento do sangue de volta ao coração, impedindo a formação de coágulos causadores da trombose venosa profunda.
É completamente normal sair seroma da cirurgia plástica, uma vez que a formação de líquidos na região do corte é uma reação natural do processo de cicatrização. Sendo assim, o seroma vazar é algo esperado na maioria das cirurgias plásticas.
O seroma encapsulado aparece quando o líquido não é devidamente tratado nem absorvido pelo organismo, formando elevações na pele e causando complicações e comprometendo o resultado da cirurgia, já que pode causar infecções graves quando não tratado.
O seroma não é normal quando há o encapsulamento dos líquidos, impedindo a sua absorção, quando ele aparece de forma tardia, após as 2 primeiras semanas da cirurgia e quando há infecção e sangramento.
É possível eliminar o seroma com o uso de drenos e através da punção, porém esses métodos são usados somente quando há uma grande quantidade de líquidos e em casos de encapsulamento e de cirurgias muito grandes, onde há a certeza de vazamento. Agora, quando em pequenas quantidades, o seroma será absorvido naturalmente pelo corpo.
A fita de silicone para cicatriz funciona como uma barreira física contra o crescimento de queloides e cicatrizes hipertróficas. Porém, seu uso não é recomendado a todas as pacientes, sendo necessário uma prescrição médica para ser usada.
O uso da fita deve ocorrer após o fechamento completo da ferida, durante a fase de maturação da cicatriz, quando ocorre a organização das sínteses de colágeno e, consequentemente, corre o risco da formação de cicatrizes queloidianas ou hipertróficas. As fitas de silicone para feridas devem ser recomendadas pelo médico.
Para usar a fita de silicone durante a recuperação a paciente deve receber a prescrição médica e seguir à risca as orientações passadas, como o tempo de uso, o tipo de fita e quando trocar. Mas, fora isso, o uso é bem simples, basta higienizar bem a área, secá-la e aplicar a fita conforme o indicado pelo médico.
O preço da cirurgia plástica varia bastante de acordo com alguns fatores, mas é possível dar uma média de custo nas principais clínicas variando de R$7.416,10 a R$41.762,35 (Maio/22).
Quando vemos preços de cirurgias plásticas bem abaixo da média é porque algo não está sendo entregue naquela cirurgia, podendo afetar a segurança e o resultado da mesma. Logo, a paciente deve se atentar aos preços populares.
Além do preço da cirurgia plástica, a paciente deve se atentar ao que está sendo ofertado no orçamento, sendo que é necessário ter detalhes sobre a plástica e a anestesia, honorários médicos, aluguel do hospital e equipamentos e próteses, quando necessário, além do que estará incluso no pós-operatório.
A cirurgia plástica é acessível para todos, sim, havendo a democratização do acesso aos procedimentos. Atualmente, há financiamentos, parcelamentos e até convênios para facilitar o acesso das pessoas à cirurgia plástica.
É possível parcelar a cirurgia plástica utilizando o cartão de crédito, financiamentos, consórcios e, em alguns casos, parcelamento em boleto. Mas essa medida de pagamento é usada somente pelas clínicas maiores, já que as menores optam somente pelo pagamento à vista.
Se liberado pela instituição financeira, todos os procedimentos podem ser parcelados, desde silicone a abdominoplastia e otoplastia, sendo necessário somente a autorização bancária para tal.
A modalidade mais comum para pagamentos é à vista, por isso, é comum que as pacientes coloquem o dinheiro na poupança todos os meses e juntem para realizar o seu sonho. Porém, ainda é possível fazer consórcios, financiamentos e parcelamentos para pagar sua cirurgia.
É possível fazer um consórcio para cirurgia plástica, sendo esta uma prática regulamentada pelo Banco Central e existindo algumas instituições financeiras que utilizam essa prática, porém, não são todas as clínicas que aceitam a carta de consórcio.
Para fazer um consórcio de cirurgia plástica é preciso encontrar uma administradora que gerencie os grupos com este interesse, pagar mensalmente o valor estabelecido de acordo com a sua cirurgia dos sonhos até depois de sua carta de crédito ser contemplada. Então, basta ir em uma clínica que aceite essa forma de pagamento.
Depende. O consórcio para cirurgia plástica é uma forma de cirurgia programada e pode ser vantajosa em alguns casos, porém, não são todas as clínicas que aceitam esse tipo de pagamento, já que existem métodos mais eficientes para pagar uma plástica.
O SUS cobre cirurgias plásticas reparadoras, somente. Sendo muito raro a cobertura de cirurgias estéticas e, estas, sendo destinadas para treinamento de médicos residentes, ou seja, médicos que ainda não possuem qualificação ou experiência e estão em fase de treinar suas técnicas.
Para conseguir uma plástica pelo SUS é preciso ter cartão do mesmo e comprovar que não pode arcar com uma cirurgia plástica, a paciente deve então passar em consulta com um médico do Sistema e este afirmar que ela, de fato, precisa do procedimento. O SUS prioriza as cirurgias reparadoras, aquelas em que a paciente possui alguma patologia ou deformidade severa e a fila de espera para realizar a cirurgia pode levar de alguns meses até anos.
As cirurgias cobertas pelo SUS possuem cunho reparador, sendo elas a abdominoplastia, otoplastia, gigantomastia, ginecomastia, blefaroplastia, mamoplastia reconstrutora, septoplastia e a cirurgia íntima.
O convênio só cobre a cirurgia plástica de cunho reparador, porém, mesmo nestes casos, é extremamente difícil conseguir a liberação, não sendo incomum casos de pessoas que tiveram que apelar para disputas judiciais para, assim, ter mais chances de conseguir a cirurgia reparadora.
Para conseguir uma plástica pelo convênio, o médico deve atestar através de um laudo que, de fato, a paciente precisa daquela cirurgia, após esse laudo é preciso aguardar a liberação do convênio.
Os retoques da cirurgia são passíveis de avaliação. Não havendo a necessidade de um reparo, e constatando que não houve erro médico ou que não existe uma técnica consolidada melhor que a realizada, a paciente não possui direito ao retoque.
Os casos passíveis de retoque são aqueles em que houve intercorrência durante a recuperação, como problemas de cicatrização, além de que, quando constatado que houve erros médicos, estes sendo bem incomuns.
Nos casos em que no contrato não há a cláusula de retoques é porque os valores são cobrados em um outro contrato, sendo possível que a paciente pague por tudo novamente.   Aqui na Dream nós seguimos de uma outra forma, clique no link e descubra.

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