Cirurgia Plástica e Sexualidade – II


A cirurgia plástica, seja de caráter reparador ou estético, sempre tem como objetivo melhorar a aparência da paciente. Já a razão que a faz optar pela intervenção varia de pessoa para pessoa. Frequentemente o sex appeal é a motivação de mulheres que querem acentuar algumas curvas e amenizar outras. Contudo, é preciso ter em mente claramente o que uma transformação física pode ou não proporcionar.

cp-x-sex-artigoMuitas pessoas culpam a insatisfação com a própria aparência pelos problemas de relacionamento social e afetivo. Quando se sentem frustradas, elas miram nas próprias particularidades anatômicas, como orelhas de abano ou nariz avantajado, para justificar a falta de êxito no âmbito social.

Antes de decidir que uma cirurgia plástica pode contornar esse aspecto físico, é preciso compreender os limites da ciência. Traços faciais e corporais podem ser amenizados ou melhorados, mas é impossível conquistar formas incompatíveis com a estrutura da paciente. Mais importante que se assemelhar a uma celebridade é avaliar a mudança obtida e comparar como a paciente era antes e depois da cirurgia plástica. Lembre-se que, nas revistas, as modelos contam com os truques de edição de imagens e, na televisão, maquiagem e ângulos de gravação que alongam a silhueta.

É comum que pacientes esperem que, graças a uma cirurgia plástica, um relacionamento afetivo seja restabelecido. Quando isso não acontece, elas culpam o resultado da cirurgia. De acordo com a psicóloga Cinthya Covo, especialista em sexualidade humana, “grande parte dos problemas conjugais são causados pelo comportamento, não pela estética dos parceiros”. Portanto, ninguém deve se submeter a uma cirurgia plástica com a intenção de reatar um relacionamento. “A real beleza da mulher está na sua atitude”, ela comenta.

Começar uma nova relação, por outro lado, pode ser altamente beneficiada pelo melhoramento da aparência.  A recuperação da juventude e da beleza, além de elevar a autoestima da paciente, possibilita novas relações enriquecidas pela experiência obtida ao longo da vida.

A paciente que realiza a cirurgia plástica para si mesma resgata sua autoestima e reconhece imediatamente o resultado obtido. A oportunidade de se aperfeiçoar externamente é propícia para uma reflexão e transformação em uma nova mulher. Nesse sentido, a plástica pode e deve ser feita de dentro para fora.

Cinthya Boschini Covo, CRP 06/66129

Psicóloga e Especialista em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da USP

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