A busca pelo tratamento de ginecomastia cresce entre homens que convivem com o aumento anormal das mamas, uma condição que pode surgir em diferentes fases da vida, impactando diretamente a autoestima, a aparência e até o bem-estar emocional.
A boa notícia é que há várias formas de tratamento para a ginecomastia, que vão desde acompanhamento clínico até cirurgia plástica, sendo esta a única solução definitiva nos casos mais persistentes ou avançados.
Neste artigo, você vai conhecer as principais alternativas de tratamento, entender quando cada uma é indicada e descobrir como funciona a cirurgia para ginecomastia, com foco em resultados seguros, duradouros e esteticamente satisfatórios.
Como é o tratamento para ginecomastia?
Os tratamentos para ginecomastia variam de acordo com a idade, a causa e o grau da alteração. Em alguns casos, especialmente na adolescência, o crescimento mamário pode regredir espontaneamente. Porém, quando a condição persiste ou se torna incômoda, é preciso considerar alternativas específicas.
Entre as opções mais comuns estão:
- Acompanhamento clínico: indicado em adolescentes, pois em até 80% dos casos o quadro desaparece em dois anos.
- Tratamento medicamentoso: uso de moduladores estrogênicos, como tamoxifeno, que podem inibir o crescimento glandular.
- Correção de doenças associadas: como distúrbios hormonais, hepáticos ou renais.
- Cirurgia plástica: indicada quando os outros métodos não apresentam resultado ou quando o aumento mamário é significativo.
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Quando iniciar o tratamento de ginecomastia?
O tratamento de ginecomastia deve começar assim que a condição se mostra persistente, dolorosa ou quando causa prejuízo à autoestima. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica e exames complementares, como ultrassonografia e exames hormonais, que ajudam a identificar a causa.
A decisão sobre o tipo de tratamento depende de fatores como:
- Idade do paciente;
- Tempo de evolução da ginecomastia;
- Grau de crescimento mamário;
- Presença de dor ou desconforto;
- Impacto psicológico e social.
Em casos iniciais, a conduta pode ser apenas observacional. Já em situações mais avançadas, a intervenção cirúrgica passa a ser a recomendação padrão.
Tratamento clínico da ginecomastia: quando é eficaz?
O tratamento clínico é indicado quando há chance de reversão do quadro, principalmente em casos recentes, causados por uso de medicamentos (anabolizantes, corticoides, antidepressivos), ou doenças hormonais controláveis.
Além disso, também é verificado o controle de doenças endócrinas, como hipogonadismo e alterações na tireoide.
É importante destacar que, mesmo nos casos em que medicamentos são utilizados, a eficácia depende do tempo de evolução da ginecomastia. Em quadros crônicos, quando o tecido glandular já está formado, o tratamento clínico não costuma resolver completamente.
Tratamentos complementares: apoio físico e emocional
O tratamento complementar para ginecomastia pode ser associado às abordagens clínicas e cirúrgicas. Ele inclui:
- Controle de peso e prática de exercícios físicos, especialmente em casos de pseudoginecomastia, em que o aumento mamário é causado por acúmulo de gordura;
- Acompanhamento psicológico, para lidar com impactos emocionais como vergonha, isolamento social e baixa autoestima;
- Acompanhamento nutricional, auxiliando na redução de fatores de risco como obesidade e disfunções metabólicas.
Qual é o tratamento para ginecomastia de grau 1?
O tratamento da ginecomastia grau 1 costuma ser mais conservador, especialmente quando ocorre em adolescentes ou em homens com aumento discreto, localizado apenas ao redor da aréola.
Nesses casos, o médico pode adotar uma conduta de observação, conhecida como espera ativa, acompanhando a evolução do quadro ao longo do tempo. Caso seja identificado algum desequilíbrio hormonal, o uso de medicamentos específicos pode ser indicado para tentar reverter a alteração.
Porém, se a ginecomastia persistir por mais de um ou dois anos, uma lipoaspiração simples pode ser considerada como solução definitiva. Quanto mais precoce for a intervenção, maiores são as chances de evitar o agravamento do quadro e a necessidade de técnicas cirúrgicas mais complexas.
Como é a cirurgia de ginecomastia?
A cirurgia de ginecomastia é considerada a forma mais segura e eficaz de eliminar o aumento mamário. Pode envolver uma ou mais técnicas, dependendo do tipo de tecido predominante (gordura, glândula ou pele).
As principais técnicas incluem:
- Lipoaspiração isolada: indicada em casos de pseudoginecomastia (excesso de gordura sem aumento glandular).
- Ressecção glandular periareolar: remoção do tecido glandular por meio de uma incisão discreta ao redor da aréola.
- Cirurgia combinada: quando há excesso de pele, além da glândula e gordura, sendo necessário ajustar o contorno da região peitoral.
O pós-operatório envolve uso de malha compressiva, restrição de atividades físicas por algumas semanas e acompanhamento médico regular. Os resultados são geralmente definitivos, desde que o paciente mantenha hábitos saudáveis.
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Revisado por: Flávio Garcia | CRM: 104.850
