Mais músculos, menos barriga


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Proteína, termo de origem grega (protídeos), que significa “primordial importância”. Baseado apenas nessa curiosidade, já se imagina o quão fundamental esse nutriente é para o nosso organismo.

Reparar tecidos, repor as reservas de glicogênio nos músculos e fígado e fornecer energia para sustentação do esqueleto, são alguns dos diversos benefícios que os alimentos ricos em proteínas podem trazer. Mais do que isso, aproximadamente 75% da matéria sólida do nosso corpo é constituída por proteínas ou as possui como componentes importantes.  artigo

Percebeu a importância das proteínas para o nosso organismo?

Realmente os benefícios são inúmeros, porém vale ressaltar que o excesso desse nutriente pode levar a problemas renais e doenças cardiovasculares. Por isso, cuidado para não passar dos limites!

Para exercer todas as suas funções em nosso organismo, as proteínas necessitam dos aminoácidos (menor unidade elementar na constituição de uma proteína. Para esclarecer melhor, costuma-se comparar a proteína a um muro, no qual os aminoácidos são os tijolos.

Os aminoácidos são recombinados e transformados em diferentes tipos de proteína, cada qual com a sua finalidade. O fato é que, dos 20 tipos de aminoácidos existentes, nove deles não são produzidos pelo corpo (eles são chamados de indispensáveis ou essenciais). Dessa forma, é necessário obtê-los através da alimentação.

Divididas de acordo com sua origem, temos duas fontes de proteínas existentes, a animal e a vegetal. As primeiras são representadas pelas carnes (vermelha, branca ou peixe), ovos e laticínios, as vegetais podem ser encontradas nas leguminosas (feijão, lentinha, ervilha), nos cereais (arroz, milho e aveia), nas oleaginosas (nozes e castanhas) e na soja.

Dentre essas fontes de proteínas, aquelas que contém todos os aminoácidos essenciais em quantidade ideal são as de origem animal, já as de origem vegetal são fontes incompletas, possuindo um valor biológico relativamente menor. Entretanto, a combinação de cereais com leguminosas, por exemplo, o nosso famoso “arroz com feijão”, já é o suficiente para se obter proteínas completas.

Você se lembra do nosso último texto sobre carboidratos, quando ressaltamos que os praticantes de atividades físicas deveriam consumir tal nutriente para melhorar o desempenho?

Pois bem, a associação das proteínas com os carboidratos será de extrema importância para recuperação e desenvolvimento do corpo após um exercício físico. Enquanto um fornecerá energia (carboidratos), o outro irá colaborar na formação e reparo dos músculos (proteínas).

Vale ressaltar também que, como unidades estruturais dos músculos, as proteínas serão as responsáveis pela formação da chamada “massa magra”.

Em relação à quantidade ideal a ser consumida, esta varia de acordo com o nível de atividade física realizada. Pessoas sedentárias devem ingerir de 0,8g a 1g de proteína por quilograma corporal (ex: Uma mulher de 60 kg deve consumir de 48g a 60g de proteína/dia). Para os que praticam algum tipo de exercício físico, a quantidade ideal deve ser de 1g por kg/peso.

Por fim, uma vez conhecidos os alimentos ricos em proteínas e todos os seus benefícios, fica mais fácil dosar a quantidade e optar pela melhor fonte desse nutriente.  Combinado com atividades físicas e uma dieta balanceada, as proteínas serão suas maiores aliadas na busca por um corpo mais saudável e o fim da incômoda “barriguinha”.

O próximo texto irá tratar das gorduras, destrinchando os mitos e verdades que permeiam esse tipo de alimento. Por isso, não deixe de acompanhar as próximas novidades da “Dieta dos Sonhos!”.

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